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Estas canções nasceram todas da mesma forma, primeiro a letra, depois a guitarra, a voz, o baixo, a bateria, a segunda guitarra e no fim o arranjo com a intervenção simultânea de todos.
Foram escritas entre 2016 e 2018, tentámos gravar o álbum em 2020 mas acabou por ficar inacabado e ao longo dos anos a nossa sonoridade mudou e gravámos de novo.
São canções que falam de temas que tendemos a guardar para nós pois raramente caem bem numa conversa de café, mas que devem ser partilhados.
O álbum foi gravado no estúdio do Mike Simões, gravado, mixado e masterizado por ele e coproduzido pelo Mike e pela banda.
Foi a primeira canção do projeto, escrita no início do verão de 2016 com Francisco Ribeiro, fala sobre não sabermos mais do que sabemos de nós, como a conexão com o outro não é garantida só por estarmos lado a lado.
Gostámos de a tocar em Feijó, no Hollywood Spot.
Escrita depois de uma tentativa de assalto à guitarra do Tiago e da sua recuperação, fala sobre angústia e o quão difícil é ter esperança no mundo, até percebermos que o outro sente o mesmo que nós.
Quando tocámos esta canção no Festival Avanca Gare a luz foi abaixo mas com a ajuda do público continuámos Acappella.
Escrita no Porto no final de 2016, fala sobre remoer no passado e ponderar o seu peso, sobre pensar no que poderia ter sido em vez do que realmente é.
Quando a tocámos no Festival Camecípare começou a chover e foi bastante poético.
Às vezes não conseguimos sequer sair da cama, esta canção fala sobre o medo de tudo
Gostámos de a tocar no Festival Z, fizemos uma introdução diferente.
Escrita de madrugada, fala sobre o presente, sobre sermos quem somos agora e não quem “sempre” fomos.
Gostámos de a tocar no CAAA pois foi o primeiro concerto com o Ricardo e esta foi das músicas em que a bateria mais se alterou.
Fala sobre a incerteza e imprevisibilidade do que nos espera no dia de amanhã.
Só tocámos esta canção uma vez, na B.O.T.A e curiosamente foi a preferida de alguém.
Fala sobre o toque do despertador na manhã seguinte ao fim do mundo, relembrando-nos que temos de ir trabalhar.
O nosso último concerto com o Bruno, no Tokyo (Lisboa), foi talvez o gig onde mais gostámos de tocar esta canção.
Escrita em 2018 após uma viagem à Covilhã onde se via muita terra queimada pelos fogos, fala sobre como o nosso “coração” também pode ficar queimado e ser difícil voltar a florir.
Gostámos de a tocar na B.O.T.A, repetimo-la em todos os concertos que lá fizemos e foi sempre bem recebida.
A Arte-Factos é uma revista online fundada em Abril de 2010 por um grupo de jovens interessados em cultura. (Ver mais artigos)